Artigos sobre estudos elétricos, normas e boas práticas

Coordenograma de Proteção Online: como montar curvas TCC sem planilha

Resposta direta: Um coordenograma de proteção é o gráfico tempo × corrente (TCC, em escala log-log) que sobrepõe as curvas de todos os dispositivos de proteção em série — relés, disjuntores, fusíveis — junto com as referências que não podem ser violadas: curva de dano do transformador e dos cabos, corrente de inrush e o nível de curto-circuito. É nele

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Cálculo de Energia Incidente: planilha (Excel) ou software? O teste honesto

Resposta direta: Uma planilha bem-feita calcula energia incidente — as equações da IEEE 1584:2018 são publicadas. O problema não é a conta: é sustentar o resultado quando a fiscalização, o auditor ou o perito perguntarem como você prova que está certo. Um estudo defensável exige coeficientes conferíveis, os dois cenários de corrente de arco (plena e reduzida), o tempo de

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Configurações de Eletrodo no Estudo de Energia Incidente

Resposta direta: a IEEE 1584:2018 e a NBR 17227 definem cinco configurações de eletrodo — VCB, VCBB, HCB, VOA e HOA. Em resumo, elas descrevem a orientação dos condutores e indicam se o arco ocorre dentro de invólucro ou ao ar livre. Além disso, cada configuração usa coeficientes próprios. Por isso, escolher a opção errada distorce a energia incidente e

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Etiqueta de Energia Incidente: Requisitos Mínimos da NBR 17227 (Item 7.2)

Resposta direta: conforme o item 7.2 da NBR 17227:2025, a etiqueta de energia incidente (etiqueta de arco elétrico) deve conter sete dados. São eles: indicação de perigo/risco de arco elétrico, energia incidente em cal/cm² calculada para o ponto, distância de trabalho do estudo, limite de aproximação segura (LAS), TAG do equipamento, nível de tensão e o EPI indicado. Vale reforçar

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Coordenograma de proteção comparando corrente de arco plena e corrente reduzida (Iarc_min) e seu impacto na energia incidente segundo a NBR 17227

Cálculo de energia incidente: corrente reduzida

Por que a corrente reduzida pode ser mais perigosa? Na engenharia elétrica, o senso comum sugere que correntes mais elevadas resultam em riscos maiores. No entanto, nos estudos de Arc Flash (arco elétrico) fundamentados na ABNT NBR 17227:2025 e na IEEE 1584:2018, a realidade é mais complexa. Por isso, a norma exige a análise obrigatória de dois cenários: a corrente

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